sexta-feira, 25 de abril de 2014

População de Quiterianópolis cobra segurança para a cidade

A população de Quiterianópolis realizou passeata, nesta sexta-feira (25), para exigir segurança pública para este município. O ato foi encabeçado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Quiterianópolis (ACISQ) e recebeu apoio da Prefeitura, Câmara de Vereadores, comerciantes, escolas, sindicatos, associações, igrejas e a da população em geral.
A passeata teve inicio às 9h da manhã e durante o evento lojas e comércio ficaram fechados. O movimento começou na Avenida Laurindo Gomes, passou em frente a Prefeitura e seguiu pela rua do comércio até em frente ao Destacamento Policial. “Nosso objetivo é chamar a atenção das autoridades competentes para que elas tomem providências com relação à falta de segurança em nosso município”, destacou o presidente da ACISQ, Nivanno Beserra.
O prefeito de Quiterianópolis, José Barreto, participou da passeata e se comprometeu de atender as reivindicações que são de responsabilidade do Município. Ele informou que vai agilizar o projeto de implantação da Guarda Municipal e pediu que as entidades e a população em geral continuassem ajudando a cobrar as providências que são de responsabilidade do Governo do Estado.
A passeata apresentou, entre outras, as seguintes reivindicações: Aumento do número de policiais, mais uma viatura, credenciamento de um posto de combustíveis para abastecer a viatura policial em nossa cidade, implantação da autarquia municipal de trânsito e um escrivão para registrar os Boletins de Ocorrência em Quiterianópolis mesmo.
Nivanno Beserra ressalta que toda a população tem muito prejuízo com os constantes assaltos ocorridos no Município. Lojistas, comerciantes e bancos são os mais afetados com o problema. Conforme Beserra, os assaltos têm acontecido com muita freqüência e o efetivo policial da cidade se mostra insuficiente para inibir a ação dos criminosos.
Quiterianópolis possui uma única viatura da Polícia Militar e um contingente total de sete policiais que se revezam para atender a uma população superior a 20 mil habitantes espalhados na sede e zona rural do município. Há dias que tem uma equipe com quatro policiais trabalhando e outros dias apenas três. Não há um escrivão e os boletins de ocorrências são feitos em Tauá, distante 66 quilômetros. Por Cícero Lacerda

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